AUTISMO
EXPLORADO PELA MÍDIA ,PORÉM DESCONHECIDO PARA A POPULAÇÃO
A televisão tem mostrado o autismo para o público,sem contudo explicar como ele se dá ,quais os seus efeitos e a interação do autista na convivência social.Vou mostrar para vocês o que tem se comentado sobre este assunto para elucidar as dúvidas sobre este assunto,além de abordar um enfoque na Pedagogia que entra na àrea da Educação Inclusiva.
O QUE É AUTISMO ?
INICIATIVAS INCLUSIVAS
Algumas crianças apresentam diferentes graus de dificuldade, desde o início de suas vidas, para se relacionar de forma reciproca com outras pessoas e interagem diante de situações sociais. Segundo a AMA-Associação de Amigos Autistas-, instituição brasileira criada em 1983, o autismo é estudado pela ciência há mais de seus décadas, e ainda permanecem, dentro do próprio âmbito da ciência, divergências e grandes questões por responder. Os diversos modos de manifestação são designados como espectro do autismo, indicando uma gama de possibilidades dos seus sintomas. Para Marina da Silveira Rodrigues Almeida, psicologa e pedagoga especialista em autismo, uma das principais características pode ser o deficit na interação social, usualmente combinado com dificuldades de linguagem e de comportamento. "O autismo é diagnosticado por um médico neuropediatra, psicologo e/ou psiquiatra especializado e uma equipe multidisciplinar, utilizando -se de critérios diagnósticos específicos", explica Marina.
Valéria Llacer, mestre em Educação Especial e Autismo pela Universidade
de Birmingham, do Reino Unido, e mãe de um jovem com autismo,. alerta
que o diagnostico ainda é feito observando apenas o comportamento; ou
seja, se o aluno apresenta a tríade de dificuldades: em comunicação,
integração social e imaginação. Segundo a AMA, a incidência do autismo
varia de acordo com o órgão norte-americano Center Of Disease Control
and Prevention, o autismo pode aparecer de 2 até 6 pessoas em 1000, isto
é, 1 pessoa para cade 166. Estudos apontam que ele seria quatro vezes
mais frequente em pessoas do sexo masculino. No Brasil, infelizmente,
ainda não existem estatísticas oficiais sobre a incidência.

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